quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Jóias e riquezas de marajas Indianos em exposição

Exposição em Londres mostra opulência dos marajás da Índia

A exposição Marajá: O Esplendor das Cortes Reais da Índia, está em cartaz no Victoria & Albert Museum, em Londres, e mostra o opulento estilo de vida dos monarcas indianos no período de seu apogeu, do início do século 18 até meados do século 20. A mostra conta com mais de 250 peças, entre obras de arte, joias, armas, móveis e objetos, e a sala de abertura da exposição traz a recriação de uma procissão real com um elefante em tamanho natural. Muitas das peças foram emprestadas por famílias reais indianas e algumas delas estão deixando a Índia pela primeira vez. "Nunca houve uma exposição como esta antes, mostrando os tesouros espetaculares das cortes dos marajás", disse Mark Jones, diretor do museu. "Muitos dos objetos estão deixando a Índia pela primeira vez para vir para o Victoria & Albert Museum. Esta exposição mostra que os monarcas da Índia eram importantes mecenas das artes, na Índia e no Ocidente, e conta a fascinante história da mudança de papel dos marajás do início do século 18 até os dias finais do Raj (domínio colonial britânico", disse ele.

Algumas peças da exposição

Nesta foto, as jóias do turbante de um marajá de meados do século 18. Mesmo durante a colonização britânica, os marajás mantiveram seu status e deles esperava-se que cumprissem seus deveres de rei. A exposição fica em cartaz no Victoria & Albert Museum até o dia 17 de janeiro.
A exposição explora a opulência das monarquias indianas desde o início do século 18 até meados do século 20, quando a Índia se tornou independente. Ao todo, são mais de 250 peças raramente vistas. Algumas saíram da Índia pela primeira vez para a exibição na capital britânica.

Os marajás - "grandes reis" - eram príncipes com um opulento estilo de vida. Além disso, eles tinham o dever de proteger seus súditos e assumiam lidernaça política, religiosa e militar na Índia. Eles tinham que ser benevolentes e guerreiros ao mesmo tempo, e mestres em artes marciais.


Alguns dos objetos dão a dimensão do luxo em que viviam os marajás, como esta pintura, mostrando uma procissão. Para a abertura da exposição foi recriada uma procissão real, com um elefante em tamanho natural, mostrando algumas das peças usadas pelos marajás.




Fora da Índia, os Marajás eram vistos como figuras exóticas, mas no país, mesmo durante o período de colônia britânica, eles ainda eram vistos como os grandes líderes nacionais. Muitas das peças em exposição foram emprestadas por famílias reais indianas.




A exposição é dividida em várias seções e ainda conta a mudança de papel dos marajás desde o início do século 18 até os dias finais do Raj. Ela também explora o papel dos marajás modernos e o aumento da influência européia sobre suas vidas e bens.




Aqui, o Marajá de Indore é mostrado usando um terno, em retrato pintado por Bernard Boutet de Monvel, em 1929. O apoio dos monarcas às artes rendeu a produção de belas peças. Para os indianos, a visão de um rei ou Deus em todo o seu esplendor era auspiciosa.







Aqui o marajá de Indore aparece usando as vestes tradicionais. Ele também encomendou muitos móveis modernistas para seu palácio, que serão mostrados na exposição do Victoria & Albert Museum. A exposição ainda inclui pinturas da corte e armas cravejadas de pedra preciosas.






A exposição Marajá: O Esplendor das Cortes reais Indianas, traz para o museu Victoria e Albert, de Londres, a riqueza dos monarcas indianos durante seu apogeu. O colar da foto é obra da joalheria Cartier e continha 2.930 diamantes quando foi feito, em 1928. (Fotos: V & A Images)



































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